ÓLEO MINERAL ISOLANTE

ÓLEO MINERAL ISOLANTE
Óleos minerais isolantes são do petróleo, com destinados à utilização em transformadores, chaves elétricas, reatores, dijuntores, religadores, etc.

Funções básicas:
* Isolante; e
* Refrigerante.

Para isolar deve estar livre de umidade e de contaminantes;
Para resfriar deve possuir baixa viscosidade e baixo ponto de fluidez para facilitar sua circulação.

Condições Ideais:
* Baixa viscosidade;
* Alto poder dielétrico; e
* Alto ponto de fulgor;
* Estar livre de ácidos, álcalis e enxofre corrosivo;
* Resiste à oxidação e à formação de borras;
* Ter baixo ponto de fluidez e não atacar os materiais usados na construção de transformadores;
* Ter baixa perda dielétrica e não contér produtos que possam agredir o homem ou o meio ambiente.

BANCOS DE CAPACITORES AUTOMÁTICOS

A Engelétrica leva a seus clientes produtos de alta qualidade, desenvolvidos com o objetivo
de atender aos mais exigentes padrões técnicos, sendo hoje uma referência de mercado.
Os desafios decorrentes do ambiente competitivo global têm aberto um amplo leque de iniciativas para atender às expectativas de clientes cada vez mais exigentes, para a Engelétrica a pesquisa e o aprimoramento são princípios fundamentais.

CAPACITOR
Principais características
Filme de polipropileno metalizado auto-regenerativo com dielétrico seco
Dispositivo interruptor de segurança contra sobrepressão interna
Máxima corrente de falha permitida de 10.000A
Perdas dielétricas menores que 0,4 W/kvar
Resistências de descarga incorporadas nas unidades trifásicas, módulos e s
Especificação técnica conforme normas NBR IEC 60831-1/2 e UL810

COMO ENCONTRAR MULTAS POR BAIXO FATOR DE POTÊNCIA

O excedente reativo é a parcela de consumo ou demanda de potência reativa que excede ao limite estabelecido. O fator de potência 0,92 implica numa proporcionalidade entre energia ativa e reativa. Se a energia reativa em determinado instante for superior à parcela proporcional à energia ativa naquele instante, será cobrado o excedente, cumulativamente, a cada intervalo de 1 hora. Com isso, ao fim do ciclo de faturamento, é feita a integralização das leituras e faturado o reativo excedente.
Este reativo pode receber diversos nomes, tais como:
UFER
FER
UFDR
FDR
Energia reativa excedente
Demanda reativa excedente

Reforma do site

Estamos reformando nosso site e acreditamos que facilitará a visualização e terá mais informações, pricipalmente sobre banco de capacitores.
Acreditamos que o site será inaugurado em breve, mas para aliviar a curiosidade, parte dele já pode ser visualizado no link: http://www.engeletrica.com.br/novo-site/
Estamos também trabalhando no site administrativo e nossos clientes já podem ver boa parte dos cadastros de instalações e equipamentos, bem como as respectivas medições, utilizando login e senha.
Veja mais em: www.engeletrica.com.br

Lucro da Cesp cai 7,6% no 2º trimestre, a R$ 72,565 mi

A estatal paulista de energia Companhia Energética de São Paulo (Cesp) registrou lucro líquido de R$ 72,565 milhões no segundo trimestre deste ano, o que representa uma queda de 7,6% ante os R$ 78,494 milhões obtidos no mesmo período de 2010. O Ebitda da companhia somou R$ 464,960 milhões, aumento de 6,6% com relação aos R$ 436,107 milhões do segundo trimestre do ano passado.
A empresa ainda informa o Ebitda ajustado, que após as provisões operacionais de R$ 6,789 milhões, ficou em R$ 471,749 milhões, 3,7% superior aos R$ 454,787 milhões do segundo trimestre de 2010. A margem Ebitda ajustada passou de 66,1% para 67,4%, avanço de 1,3 ponto porcentual.
Ainda entre abril e junho, a Cesp teve uma receita líquida operacional de R$ 700,209 milhões. O valor é 1,7% maior do que os R$ 688,413 milhões obtidos em igual intervalo de 2010. Segundo relatório de desempenho, o resultado foi influenciado, principalmente, com o aumento dos preços de venda de energia no ambiente de contratação regulada, que registrou R$ 507,5 milhões, alta de 4,9%, e pela venda de energia a consumidores livres e agentes comercializadores, que totalizaram R$ 273,6 milhões, aumento de 1,5%.
A produção de energia elétrica das usinas da Cesp alcançou 10.294.824 MWh no segundo trimestre, 2,3% a mais do que os 10.062.926 MWh do mesmo período de 2010.

Fonte: Agencia Estado

Governo prorrogará encargo na conta de luz

O governo federal diz-se preocupado com o custo da energia, mas deve conseguir amanhã renovar por mais 25 anos um encargo que custa R$ 2 bilhões por ano na conta de luz dos brasileiros, que hoje já é uma das mais caras do mundo.

Serão R$ 50 bilhões em recursos que sairão do bolso dos consumidores para o caixa do governo até 2035.

O fim desse encargo reduziria em 2% a conta de luz dos consumidores do país, segundo informa a Abradee (Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica).

A cobrança deveria ser extinta em janeiro deste ano, mas a renovação foi enxertada na MP 517, medida provisória que versa sobre vários assuntos, como Fundo de Marinha Mercante e incentivo a energia nuclear.

A RGR (Reserva Global de Reversão), encargo criado em 1957, nunca foi usada para o fim para o qual foi criada _indenização de concessões retomadas pelo governo.

O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, mobilizou sua base no Congresso e participou de encontros com lideranças dos partidos a fim de pressioná-los para a aprovação do texto tal como encaminhado pelo governo.

O pedido de renovação da RGR até 2035 foi um dos últimos atos do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

A mobilização do setor industrial para tentar, ao menos, incluir no texto um dispositivo para a redução gradual desse encargo resultou inútil. Nem a audiência pública prevista no Congresso para a discussão do assunto chegou a ser feita.

Um grupo de 19 associações industriais chegou a criar um blog chamado “Basta de RGR” para tentar mobilizar o país contra a decisão de renovar o encargo, um dos 11 que estão ancorados hoje na conta de luz.

O deputado federal João Carlos Bacelar (PR-BA), relator da medida provisória, leu o relatório nesta semana. A MP deve ir a votação na Câmara amanhã.

Disso depende a votação do Código Florestal, que trancou a pauta da Câmara. A MP 517 ainda precisa passar pelo Senado e ir à sanção presidencial antes de 1º de junho, quando a MP expira.

Bacelar informou que tentará, ao menos, tornar a aplicação e a gestão do recurso mais transparente, mas não há garantias de que isso passe na votação. Hoje, todo o recurso da RGR é gerido pela estatal Eletrobras.

Até o fim do ano passado, o fundo da RGR tinha R$ 15 bilhões. Desse total, R$ 9 bilhões estavam contingenciados pelo governo e os demais R$ 6 bilhões foram aplicados em projetos, como o Luz para Todos e outros programas. A maior parte dessa fatia é destinada aos projetos das subsidiárias da Eletrobras.

A indústria afirma que o acúmulo de encargos e tributos sobre a conta de luz fez a tarifa de energia dobrar nos últimos 10 anos, custo que tem contribuído para a perda de competitividade do setor.

“O próprio governo dá sinais de que está preocupado com o custo da energia e reconhece que isso é um problema. Poderia usar o fim da RGR para evidenciar isso”, diz Paulo Pedrosa, presidente da Abrace (associação de grandes consumidores industriais de energia e de consumidores livres).

Fonte: Folha.com

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CPFL Paulista tem reajuste tarifário de 7,38%

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou hoje um reajuste tarifário anual médio de 7,38% para a Companhia Paulista de Força e Luz (CPFL). O efeito médio percebido pelos consumidores será de 7,23%. A CPFL atende 3,595 milhões de unidades consumidoras de energia em 234 municípios de São Paulo.

O índice obtido é superior ao que a distribuidora havia solicitado à agência, de 6,71%. O impacto para os consumidores de alta tensão será de 7,72% e para os de baixa tensão, de 6,95%. Os índices vigorarão a partir da próxima sexta-feira, dia 8 de abril.

Cemat

A Aneel aprovou ainda um reajuste tarifário médio anual de 18,06% para as Centrais Elétricas Matogrossenses S.A. (Cemat). O efeito médio percebido pelos consumidores será de 12,89%, sendo que o impacto para os consumidores de alta tensão será de 12,22% e, para os de baixa tensão, de 13,16%.

Os índices também vigorarão a partir da próxima sexta-feira, 8 de abril. A Cemat atende 1,046 milhão de unidades consumidoras em 141 municípios de Mato Grosso. A distribuidora havia solicitado reajuste tarifário anual médio de 18,50%.

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Lei Complementar 138/10 – ICMS

LC 138/10 – ICMS – Mercadorias destinadas ao uso ou consumo, energia elétrica e serviços de comunicação – Apropriação de créditos – Prorrogação

Foi alterado dispositivo da Lei Complementar nº 87/1996, que dispõe sobre o ICMS, para prorrogar os prazo previstos em relação à apropriação dos créditos do ICMS. Conforme a Lei Complementar nº 138, somente darão direito a crédito as mercadorias destinadas ao uso ou consumo do estabelecimento nele entradas a partir de 1º de janeiro de 2020. Na redação antiga, o direito seria aplicado a partir de 1º de janeiro de 2011.
Também foi prorrogado o prazo relativo à apropriação de crédito do imposto na entrada de energia elétrica no estabelecimento, que foi prorrogado de 1º de janeiro de 2011 para 1º de janeiro de 2020. Observa-se que esta apropriação refere-se aos demais casos que ainda não geram direito ao crédito em relação à energia elétrica. Na mesma forma, foi prorrogado o prazo referente à possibilidade de apropriação de crédito do ICMS no recebimento de serviços de comunicação, relativamente às hipóteses que ainda também não geram direito a esse crédito.
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