Sobre harmônicas

Temos recebidos muitas mensagens com dúvidas sobre harmônicas. Segue um pequeno texto para começarmos a explorar o tema:

As harmônicas são consideradas um tipo de poluição elétrica, afetando desde uma rede de telefonia até geradores industriais.

Os efeitos poluidores das harmônicas afetam o consumo de energia.

Além de comprometer o consumo, as deformações geradas pelas harmônicas podem trazer algumas consequências prejudiciais decorrentes da má qualidade de energia. Veja algumas abaixo:

– sobrecarga da rede de distribuição e condutores de neutro

– sobrecarga, vibrações e envelhecimento de componentes

– compensação de energia reativa

– deformação da tensão de alimentação

– pertubação das redes de telefonia e computadores

Explosões em galeria subterrânea da Rua Augusta

De acordo com a Eletropaulo, houve um vazamento de óleo do equipamento.
Apesar do incidente, não houve corte de energia na região.

Um pedestre registrou imagens do momento em que ocorreram explosões e fogo após um transformador instalado em uma galeria subterrânea na altura do número 2500 da Rua Augusta, nos Jardins, ter se incendiado, por volta do meio-dia desta segunda-feira (10). O incidente assustou lojistas, pedestres e motoristas que passavam pelo local.

Os bombeiros foram acionados. Segundo a Eletropaulo, o problema ocorreu devido ao vazamento de óleo de um transformador que fornece energia para o Ilume, o programa de iluminação pública da Prefeitura de São Paulo.

Veja o vídeo no link abaixo:

http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM800847-7823-SUSTO+NA+RUA+AUGUSTA,00.html

Fonte: Globo.com

Vila Olímpica chinesa prioriza energia solar

Equipada com um moderno sistema de painéis solares, a Vila Olímpica dos Jogos de Pequim foi aberta, nesta quarta-feira (05/03), para visitação da imprensa. Erguido em uma área de 66 hectares, o Olympic Forest Park tem 40% de verde e receberá 16 mil atletas durante a realização dos Jogos.

Com ênfase na conservação do meio ambiente, o local terá todo o sistema de luz externa, água quente e ar climatizado a partir da energia solar. A instação possui ainda um moderno sistema de coleta e distribuição de água para evitar desperdícios.

Após sua utilização nas Olimpíadas e Paraolimpíadas, a Vila será comercializada e deve se transformar em um dos novos bairros luxuosos da capital chinesa.

Dados oficiais do IBGE apontam 10 milhões de pessoas sem energia elétrica em casa.

O governo federal “descobriu” mais 1,7 milhão de pessoas vivendo sem energia elétrica no país, além das quase 10 milhões apontadas pelo Insituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em seus dados oficiais.

A informação foi dada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva nesta segunda-feira (25) durante o lançamento do programa Territórios da Cidadania, de erradicação da pobreza em áreas rurais de baixo desenvolvimento social.

“O problema do Luz para Todos [programa que tenta levar energia elétrica a comunidades sem eletrificação] é que nós trabalhamos com o número do IBGE. Mas, quando nosso pessoal sai a campo, a gente percebe que tem muito mais gente sem luz do que o que está nas estatísticas. Nós já descobrimos mais de 1,7 milhão de pessoas sem luz”, disse.

Segundo o presidente, a meta é levar luz para todas essas pessoas até 2010.

link: http://g1.globo.com/Noticias/Brasil/0,,MUL313577-5598,00-GOVERNO+ACHA+MAIS+MILHAO+SEM+LUZ+ALEM+DO+APONTADO+PELO+IBGE.html

Troca de lixo reciclável por descontos na conta

A Companhia Energética de Pernambuco (Celpe) resolveu aderir às tendências mundiais de responsabilidade sócio-ambiental e sustentabilidade e lança, nesta terça-feira, um projeto inédito no estado que prevê a troca de lixo doméstico reciclável por descontos na conta de energia elétrica. O objetivo da proposta é criar um destino alternativo para o lixo e ao mesmo tempo oferecer à população de baixa renda a oportunidade de redução de despesas com consumo de energia.

Além de consumidores individuais de baixa renda, condomínios, escolas, instituições filantrópicas também são alvos da da campanha. Para se cadastrar no projeto e receber a bonificação, clientes pessoa física devem proceder ao cadastramento, que deve ser feito pelo titular da conta em um posto de troca do ECOCELPE mediante a apresentação da conta de energia elétrica. Na ocasião, o cliente será instruído sobre de como separar os resíduos de lixo reciclável e receberá as orientações de como conseguir a bonificação na conta de luz.

O lançamento do projeto ocorre em solenidade nesta terça-feira, 26/02 às 15h, no primeiro Ponto Fixo de Coleta do ECOCELPE, na Avenida. João de Barros, 749, Boa Vista.

Da Redação do PERNAMBUCO.COM
link: http://www.pernambuco.com/ultimas/nota.asp?materia=2008225210206&assunto=85&onde=1

Risco de racionamento?

O Brasil está entre as dez maiores economias do mundo, com um mercado de energia de grande porte e a tendência de elevadas taxas de crescimento. O aumento do consumo de apenas um ano, significa uma produção adicional de energia elétrica do tamanho de todo o mercado de um país como o Chile. Com isso, são necessários investimentos em infra-estrutura e novas fontes energéticas a cada ano para aumentar a capacidade de produção e transmissão de energia elétrica.

Temos acompanhado algumas tentativas do Governo no sentido de incrementar as fontes energéticas do País, visando suportar a demanda e diminuir os riscos de escassez de energia. Contudo, diante do cenário político do Brasil, as perspectivas para qualquer processo que vise diversificar a produção de energia não são muito positivas.

Esperamos que em um futuro breve, novas fontes de geração de energia sejam implementadas à estrutura atual. Desta forma poderemos vislubrar um futuro rico em energia e sem riscos de racionamentos.

Produção Hidrelétrica – expansão e capacidade

A geração de energia predominantemente hidrelétrica no Brasil decorreu de vários fatores estratégicos. Dentre eles, os principais foram a existência de um grande potencial hídrico no País e dificuldade que antes existia em aproveitar combustíveis fósseis em quantidade e qualidade suficiente para atender às necessidades de energia elétrica do mercado brasileiro. Nos últimos 35 anos, vários dos principais recursos hídricos foram todos aproveitados e hoje não existem mais recursos de médio e grande porte próximos aos principais centros urbanos de consumo e em quantidade compatível com o crescimento da demanda.

Como consequência natural, as alternativas para aumento da produção são: a instalação de usinas termelétricas movidas a combustível fóssil (principalmente o gás natural), a construção de usinas hidrelétricas a distâncias cada vez maiores dos centros de consumo (com elevados custos ambientais e custos de transmissão), a co-geração (ambas já em desenvolvimento), o uso de pequenas centrais hidrelétricas e fontes alternativas e ainda a construção de usinas nucleares.

Qualquer que seja a opção adotada para aumentar a produção de energia elétrica e garantir o atendimento às necessidades da economia do País é necessário ter consciência que o custo marginal da energia elétrica tende a ser crescente, ou seja, que a produção de uma nova unidade de energia custa mais do que custou produzir a última unidade de energia consumida. É nesse momento que os agentes de mercado deverão encontrar maneiras para gerenciar a energia das diversas formas de produção e utilizar os novos mecanismos contratuais / financeiros para garantir preços competitivos.

Produção Hidrelétrica

Grande parte da nossa malha energética é mantida pela produção das hidrelétricas brasileira. O Brasil está entre as três principais potências mundiais em capacidade de geração hidrelétrica.

CHINA – 413 TWh
CANADÁ – 352 TWh
BRASIL – 349 TWh

A usina hidrelétrica de Itaipú, na divisa do Paraguai com o Brasil, foi por 20 anos a maior geradora de energia hidrelétrica do mundo. A partir de 2012, a posição será ocupada pela Usina Três Gargantas(tradução para o português) na China, quando a útlima de suas turbinas entrar em operação. Veja uma comparação entre as duas gigantes:

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Nova fonte de energia: o asfalto da rua

Para absorver o calor do sol de forma eficiente – para usá-lo, por exemplo, para aquecer a água – é preciso utilizar superfícies grandes, lisas e pretas. Há dez anos, o engenheiro holandês Arian de Bondt descobriu que o asfalto seria uma ótima opção.

A sede da empresa onde o engenheiro trabalha é atualmente aquecida no inverno – e também refrescada no verão – por um sistema de energia recolhida a partir do asfalto da estrada e conduzida por um sistema subterrâneo coletor de calor.

Este coletor é um circuito de canos de água conectados entre si. A maior parte deles corre de um lado ao outro da rua, logo abaixo da camada de asfalto. Outros ficam numa profundidade bem maior.