Liquidez no mercado livre de energia cresce 1,7% em dezembro

O índice de rotatividade no mercado livre de energia, usado para medir a liquidez do setor, foi de 2,44 em dezembro de 2012 – o que representa crescimento de 1,7% na comparação com dezembro do ano anterior. O indicador é resultado da relação entre o volume de eletricidade transacionado e o total consumido pelos agentes. Na comparação com novembro de 2012, o índice registrou retração de 4,2%.

Dentre os produtos negociados no mercado, os que apresentaram maior elevação na liquidez foram os contratos convencionais de curto prazo – com índice 5,89, montante 30% acima do registrado em dezembro de 2011. Já os contratos de longo prazo envolvendo energia incentivada (proveniente de PCHs, eólicas ou usinas a biomassa) tiveram rotatividade 2,47 – 24,2% maior do que no mesmo mês de 2011.

Os acordos de longo prazo convencionais tiveram liquidez de 2,15, com alta de 7% frente a dezembro de 2011; enquanto os de curto prazo incentivados apresentaram retração de 35,2% e ficaram com índice 4,05.

Os números constam da última edição do boletim InfoLiquidez, divulgado mensalmente pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica – CCEE. Os cálculos levam em consideração a contratação e a demanda por energia de consumidores livres, especiais e agentes autoprodutores.

Fonte: CCEE

RACIONAMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA

Em relatório enviado a clientes nesta segunda-feira, analistas do BTG Pactual destacaram que a situação dos reservatórios das hidrelétricas parece mais “delicada” que no início de 2000 – um ano antes de o governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (FHC) declarar o racionamento de energia.

Naquela ocasião, os reservatórios estavam a 35% de sua capacidade, ou o equivalente a dois meses de demanda. Hoje, as usinas possuem armazenamento de 30%, ou 1,46 mês de demanda.

Fontes do setor destacaram na última semana que o mercado já começa a se preocupar com a possibilidade de o Brasil passar por um racionamento em 2013. Além do baixo nível dos reservatórios, eles destacaram ainda chuvas insuficientes para recompor os estoques e com um sistema de termelétricas quase totalmente acionado.

Fonte: VEJA “on-line”

Subestações para parque eólico no México

A WEG integra o projeto do primeiro parque eólico no estado Nuevo Leon, no México. A contratação pela Comex-Hidro Asergen para a implementação da Subestação foi executada sob a modalidade “Turn-Key”, na qual a obra é entregue para o cliente pronta para o funcionamento, Incluindo fornecimento de equipamentos, obra civil e montagem eletromecânica.

Com mais de trinta anos de experiência, Comex-Hidro Asergen é um consórcio independente de geração de energia através de hidrelétricas e parques eólicos.

O fornecimento marca a primeira Subestação WEG para parques eólicos no país. O parque será instalado no município de Santa Catarina, próximo a capital Monterrey, norte do México, quase fronteira com os EUA, e abastecerá também municípios vizinhos. O início das atividades do parque eólicos está previsto para março de 2013.

Toda a energia gerada pelos aerogeradores será concentrada na Subestação WEG e, depois, transmitido através de linhas de transmissão em 230kV para conexão com a Concessionária do Governo Mexicano CFE (Comisión Federal de Electricidad).

Além deste projeto, a WEG possui outro contrato com o cliente para o fornecimento de uma subestação de 30 MVA e 115kV para uma hidrelétrica. A Comex-Hidro Asergen também possui projetos para outras Centrais Hidrelétricas dos quais a WEG já foi convidada a participar.

Sinergia com Voltran

A parceria entre a WEG e a Voltran iniciou-se em 2006, quando a WEG adquiriu da família Jimenez, controladora da Voltran, 30% do capital da companhia mexicana. A Voltran atua no segmento de transformadores de distribuição e força. Atualmente a WEG possui participação de 60% do capital da empresa. A aquisição está dentro da estratégia de internacionalização adotada pela WEG. A companhia se qualificou para avançar além do México, entrando definitivamente no mercado de energia norte-americano, fornecendo soluções de geração, transmissão e distribuição de energia com as unidades, alguns processos e etapas de fabricação são com partilhadas entre as empresas, assim como tecnologia e desenvolvimento de novos produtos.

Detalhes Adicionais.

O projeto compreende ao Seguinte Fornecimento.

A = As linhas de média tensão 34.5 kV, da qual partirá desde a base de cada gerador fazendo a coleta de energia dos 8 geradores e levando até a subestação elevadora.

B = A subestação elevadora de 34,5 a 230 kV com transformador de 25 MVA.

C = A subestação de manobras da Concessionária (CFE).

D = A abertura da Linha de 230 kV e a conexão com a Concessionária (CFE).

E = A relocação de uma linha de média tensão existente.

Fonte: WR (WEG em revista) | 03/01/2013 15:16:52

Itaipu garantirá redução na conta de luz, diz Tesouro Nacional

Receita de R$ 4 bilhões obtida pelo governo a cada ano com a usina hidrelétrica será usada para compensar elétricas e reduzir encargos setoriais

As receitas obtidas com a usina hidrelétrica de Itaipu serão usadas, nos próximos dez anos, para garantir a redução na conta de luz, afirmou nesta sexta-feira (28) o secretário do Tesouro Nacional, Arno Augustin. Ele informou que a receita de R$ 4 bilhões recebida pelo governo federal anualmente com Itaipu será “devolvida ao sistema elétrico até 2023”.

De acordo com Augustin, os recursos em estoque serão “amplamente” suficientes para compensar as empresas que aceitaram as condições do governo Dilma Rousseff, que vai reduzir o preço de energia elétrica em 20,2%, em média, a partir do próximo ano.

“Vamos reduzir mais os encargos setoriais”, disse o secretário do Tesouro, “de forma a garantir que todos os usuários de energia elétrica no País tenham a mesma redução, em média”.

Segundo ele, além dos R$ 4 bilhões em receitas anuais de Itaipu, o governo dispõe de um estoque de R$ 25 bilhões em recursos acumulados em três encargos: RGR (Reserva Geral de Reversão), CDE (Conta de Desenvolvimento Energético) e CCC (Conta de Consumo de Combustíveis).

A partir do ano que vem, o consumidor vai deixar de pagar RGR e CCC, que passarão a ser responsabilidade do Tesouro. Augustin acrescentou que a CDE também deve ser integralmente transferida do consumidor para o Tesouro.

Fonte: Agência Estado | 28/12/2012 13:26:44

http://economia.ig.com.br/empresas/infraestrutura/2012-12-28/itaipu-garantira-reducao-na-conta-de-luz-diz-tesouro-nacional.html

RECORDE DE CHUVAS

Recorde de chuvas ajuda a redução de preços da energia elétrica no mercado livre de energia.
As variações do PLD estão atreladas, entre outros fatores, à previsão
de afluências no país – estimativa do volume de água que deve
chegar, futuramente, aos reservatórios.
As afluências da segunda semana de junho estão mais otimistas do
que as previstas na semana anterior nos submercados Sudeste, Sul e
Norte, agregando aproximadamente 4.000 MWmédios de energia ao
sistema.
Fonte: www.ccee.org.br

ÓLEO MINERAL ISOLANTE

Observações:

• Durante o processo de tratamento termo-vacuo são retiradas amostras do óleo a cada 30 minutos para os testes de rigidez. O processo somente é interrompido após ser observada a estabilidade dos valores medidos;
• O sistema de tratamento é instalado de forma a criar um circuito fechado evitando a aeração do óleo;
• A água e o calor são os dois maiores inimigos da isolação dos transformadores;
• A deterioração das isolações sólida e líquida se realiza em presença de catalisadores (ferro, cobre, água, etc.). Os produtos da deterioração da isolação podem também agir como catalisadores e aceleradores do processo;
• A deterioração da isolação da origem a água e outros produtos prejudicando seu poder dielétrico;
• As condições podem tornar-se propicias à formação descargas parciais que levam a ionização e à condução;
• Havendo continuidade do processo poderá ocorrer a formação de corona, e finalmente a falha de isolação;
• O processo de deterioração ou envelhecimento da isolação do transformador inicia-se quando o mesmo é cheio com o óleo na fábrica;
• A aeração do óleo, contato do óleo com o ar, deve ser evitada;
• Os primeiros produtos derivados da deterioração do óleo são os hidroperóxidos. Em seguida, formam-se os ácidos em conjunto com outros compostos. Os derivados finais formam a borra;
• Óleo contaminado é diferente de óleo deteriorado ou envelhecido.

ÓLEO MINERAL ISOLANTE

ÓLEO MINERAL ISOLANTE
Óleos minerais isolantes são do petróleo, com destinados à utilização em transformadores, chaves elétricas, reatores, dijuntores, religadores, etc.

Funções básicas:
* Isolante; e
* Refrigerante.

Para isolar deve estar livre de umidade e de contaminantes;
Para resfriar deve possuir baixa viscosidade e baixo ponto de fluidez para facilitar sua circulação.

Condições Ideais:
* Baixa viscosidade;
* Alto poder dielétrico; e
* Alto ponto de fulgor;
* Estar livre de ácidos, álcalis e enxofre corrosivo;
* Resiste à oxidação e à formação de borras;
* Ter baixo ponto de fluidez e não atacar os materiais usados na construção de transformadores;
* Ter baixa perda dielétrica e não contér produtos que possam agredir o homem ou o meio ambiente.

Reforma do site

Estamos reformando nosso site e acreditamos que facilitará a visualização e terá mais informações, pricipalmente sobre banco de capacitores.
Acreditamos que o site será inaugurado em breve, mas para aliviar a curiosidade, parte dele já pode ser visualizado no link: http://www.engeletrica.com.br/novo-site/
Estamos também trabalhando no site administrativo e nossos clientes já podem ver boa parte dos cadastros de instalações e equipamentos, bem como as respectivas medições, utilizando login e senha.
Veja mais em: www.engeletrica.com.br

Lucro da Cesp cai 7,6% no 2º trimestre, a R$ 72,565 mi

A estatal paulista de energia Companhia Energética de São Paulo (Cesp) registrou lucro líquido de R$ 72,565 milhões no segundo trimestre deste ano, o que representa uma queda de 7,6% ante os R$ 78,494 milhões obtidos no mesmo período de 2010. O Ebitda da companhia somou R$ 464,960 milhões, aumento de 6,6% com relação aos R$ 436,107 milhões do segundo trimestre do ano passado.
A empresa ainda informa o Ebitda ajustado, que após as provisões operacionais de R$ 6,789 milhões, ficou em R$ 471,749 milhões, 3,7% superior aos R$ 454,787 milhões do segundo trimestre de 2010. A margem Ebitda ajustada passou de 66,1% para 67,4%, avanço de 1,3 ponto porcentual.
Ainda entre abril e junho, a Cesp teve uma receita líquida operacional de R$ 700,209 milhões. O valor é 1,7% maior do que os R$ 688,413 milhões obtidos em igual intervalo de 2010. Segundo relatório de desempenho, o resultado foi influenciado, principalmente, com o aumento dos preços de venda de energia no ambiente de contratação regulada, que registrou R$ 507,5 milhões, alta de 4,9%, e pela venda de energia a consumidores livres e agentes comercializadores, que totalizaram R$ 273,6 milhões, aumento de 1,5%.
A produção de energia elétrica das usinas da Cesp alcançou 10.294.824 MWh no segundo trimestre, 2,3% a mais do que os 10.062.926 MWh do mesmo período de 2010.

Fonte: Agencia Estado