Hidrelétrica de Dardanelos

A hidrelétrica de Dardanelos (261MW), que está sendo construída no rio Aripuanã, no Mato Grosso, vai iniciar a geração de energia em janeiro de 2011 e conta com projetos do sistema de proteção atmosférica do canteiro de obras da construtora, executados pela Engelétrica.
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BANCOS DE CAPACITORES

Bancos de Capacitores

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O banco de capacitor serve para corrigir o fator de potência, que é o causador das multas tarifárias de energia elétrica.

Existem três tipos de banco de capacitores, os automáticos, os fixos e os programáveis, cada um tem uma determinada recomendação que apenas uma empresa técnica pode informar.

Os componentes de um banco de capacitores são fundamentais para o redimento do equipamento como um todo, sendo que os resultados também estão diretamente ligados à qualidade dos componentes.

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Bancos de Capacitores

BANCOS FIXOS

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São bancos de capacitores que permanecem ligados de forma permanete.
O sistema é composto, normalmente por uma proteção (disjuntor ou fusíveis), capacitor (es) e uma caixa para confinamento.
Este sistema é indicado para cargas cujo reativo é permanente, como por exemplo o reativo de transformadores, os quais permanecem ligaos 24 horas.

BANCOS PROGRAMÁVEIS

Seu acionamento é feito por meio de um estimulo automático, por este motivo é também chamado de semi-automático, que pode ser um programador cíclico ou o acionamento de algum equipamento.
Além dos componentes mencionados no banco fixo este sistema conta com um programador cíclico.
Sua indicação é para pequenas potências.
Neste tipo de manobra o banco de capacitores é ligado no periodo indutivo e desligao no período capacitivo, ou é acionando em conjunto com alguma carga específica.

BANCOS AUTOMÁTICOS

Dividido em módulos ajusta o fator de potência de acordo com a necessidade momentânea.
Um transformador de corrente envia um sinal ao controlador do fator de potência que analisa o sistema e manobra os módulos como necessário.
É utilizado para a compensação geral, sendo indicado para potências maiores.
Seus componentes são praticamente os mesmos de um banco programável, sendo o programador cíclico substituído por um controlador automático do fator de potência.
Outra peculiaridade ocorre na instalação que deverá contemplar um transformador de corrente a ser instalado de forma a monitorar a corrente de todo o circuito que se pretende compensar.

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O futuro da energia elétrica no Brasil

Roberto Schaeffer *
11/11/2008
Idioma: Português
A geração de energia elétrica no Brasil tem crescido a uma taxa média anual de 4,2% ao longo dos últimos 25 anos. Durante esse tempo, ela sempre foi dominada pela hidreletricidade, responsável por mais de 80% do total gerado no País hoje. Não somente a hidreletricidade domina a geração de energia elétrica no Brasil, mas também grandes usinas dominam o setor. Aproximadamente 450 usinas hidrelétricas estão em operação. Entre estas, cerca de 25, com uma potência instalada superior a 1.000 MW cada, são responsáveis por mais de 70% da capacidade elétrica instalada total e por mais de 50% da geração total de energia elétrica do País. Para efeitos de registro, essa capacidade totalizava, no final de 2007, aproximadamente 100.000 MW.

Por outro lado, existe ainda um enorme potencial hidrelétrico por ser explorado – cerca de 190.000 MW –, espalhado de maneira não uniforme por todo o território nacional. Esse potencial encontra-se fortemente concentrado principalmente na Região Norte (Amazônia) e, como tal, distante dos principais centros consumidores, que se localizam no Sudeste. Esta inviabilidade física de fazer coincidir os recursos de geração de eletricidade no País com sua eventual demanda por energia acarreta altos custos de transmissão, bem como severas restrições para o meio ambiente.

Dilema para o setor energético brasileiro

Do potencial hidrelétrico brasileiro total conhecido, não mais do que 30% é atualmente utilizado, contra mais de 70% na maioria dos países desenvolvidos. E é aí, justamente, que reside grande parte do dilema do setor elétrico brasileiro, bem como a problemática da construção de novas usinas hidrelétricas. Afinal, quanto desse potencial hidrelétrico ainda disponível a sociedade brasileira está disposta a explorar? Como será feita tal exploração, tendo-se como base estudos sobre os impactos ambientais e sociais potenciais que tal ação poderá implicar? Como a sociedade pode avaliar esses impactos em comparação com outros tipos de impactos gerados por alternativas tecnológicas? Entre os danos proporcionados por tais alternativas, podemos citar não só os ambientais e sociais, mas também os econômicos, de dependência tecnológica (quando a tecnologia não é dominada pelo País), de segurança de abastecimento (quando combustíveis importados forem necessários) e de segurança nacional (uma vez que tecnologias como a nuclear podem resultar em outros tipos de riscos).

Atualmente, as outras tecnologias de geração elétrica relevantes no País são a térmica nuclear (responsável por cerca de 4% do total gerado hoje), térmica a gás natural (4%), térmica a diesel e a óleo combustível (3%) e térmica a biomassa (3%). A introdução da biomassa, da energia nuclear e da energia térmica a gás natural reduziu a participação da hidreletricidade de 92%, em 1980, para os 86% de hoje.

Todavia, o forte e continuado aumento do consumo de energia elétrica no País, ao longo dos últimos 25 anos, propiciou que a geração hidrelétrica tenha mais do que duplicado no citado período, em termos absolutos, apesar da queda violenta de consumo registrada com o racionamento de 2001. Além disso, é determinante para que um crescimento ainda mais acentuado, ainda que menor em termos absolutos, tenha se verificado para as alternativas de geração elétrica.

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Mercado Livre – Consumidores Livres e Consumidores Especiais

Os Consumidores Livres são aqueles cuja a demanda de energia em qualquer segmento horário, isto é, Ponta ou Fora de Ponta, tenha contrato igual ou superior a 3.000 kW (3 MW).
Este tipo de consumidor pode adquirir, no mercado livre, energia de qualquer fonte de geração, seja ela Hidrelétrica ou Termelétrica, etc.

Os Consumidores Especiais são aqueles cuja demanda de energia em qualquer segmentos horário, isto é, Ponta ou Fora de Ponta, tenham demanda contratada de 500 kW (0,5 MW) até 3.000 kW (3 MW), podendo ser estes serem cargas unicas ou a soma de cargas que possuem comunhão de interesse, isto é, mesmo CNPJ (empresas de mesmo grupo empresarial).
Este tipo de consumidor, no mercado livre, somente pode adquirir energia de fontes incentivadas, que são:
PCHs = Pequenas Centrais Hidrelétricas, que são usinas hidrelétricas com potência instalada de até 30.000 kW (30 MW);
Biomassa = Termelétricas cujo combustível seja, por exemplo, bagaço de cana de açúcar, casca de arros, detritos urbanos, etc.
Eólica = Fonte de geração que utiliza a força dos ventos.
Solar = Fonte de geração que utiliza a energia do sol.

Tanto os Consumidores Livres como os Consumidores Especiais, no mercado livre têm a liberdade de negociar a compra de energia elétrica, negociando livremente preços e prazos, podendo ser comprada na totalidade ou parcialmente.

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MUDAMOS MESMO

http://www.youtube.com/watch?v=8FL2phXalpY&feature=PlayList&p=DC84F1E20ABD45C8&playnext=1&playnext_from=PL&index=20

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Mercado de Energia – Como nasceu e quem pode

Durante a década de 90 quase todas as empresas de energia do Brasil foram privatizadas, um sistema elétrico que era do estado passou a ter empresas privadas no comando, com isso, a ânsia por resultados, lucros, e com uma visão social, passou a ser capital.
Para que essa transição se desse de maneira sustentável, fez-se necessário criar uma agência reguladora, a Agência Nacional de Energia Elétrica, ANEEL, responsável pelas atuais regras e modelo do setor elétrico brasileiro.
Após a criação da ANEEL, e com o objetivo de promover a competitividade e desenvolvimento do setor elétrico, foram criadas duas empresas sem fins lucrativos, o ONS (Operador Nacional do Sistema) com a finalidade de operar de forma otimizada o sistema de geração e transmissão de energia elétrica, garantindo a confiabilidade do sistema sem preocupação com o aspecto comercial; e o MAE (Mercado Atacadista de energia, atual CCEE – Câmara de Comercialização de Energia Elétrica), responsável pelo gerecamento comercial das operações, registros de energia (geração e consumo) e Liquidações Financeiras.
Atualmente o mercado de energia é dividido em 2 grandes grupos, o ACR (Ambiente de Contratação Regulada) e o ACL (Ambiente de Contratação Livre).
No ACR, onde se encontram a maioria dos consumidores chamados de cativo, a distribuidora de energia local é responsável pela entrega e faturamento de energia, com suas tarifas reguladas pela ANEEL, não havendo qualquer intervenção do consumidor para negociação de preços. Os Distribuidores são obrigados a comprar energia, para atender sua demanda, em leilões públicos, pelo preço de mercado.
No ACL, são os chamados consumidores livres, que atualmente representam cerca de 30% do consumo total de energia do Brasil. No ACL o consumidor pode escolher seu fornecedor de energia, negociando livremente preços e prazos, tendo a oportunidade de ter atendimento personalizado, conforme suas características de consumo, o que é impossível no mercado cativo. São elegíveis para o Mercado Livre consumidores com demanda contrata superior a 3.000kW, sendo este grupo de consumidores passiveis de adquirir energia de qualquer fonte de energia. Outro grupo de consimidores elegíveis para o Mercado Livre são os com demanda contratada entre 500kW e 3.000kW, os chamados consumidores especiais, que somente podem adquirir energia de Fontes Alternativas de Energia, tais como, PCHs (Pequenas Centrais Hidrelétricas), biomassa, solar e eólica.
Com os atuais aumentos de energia, por volta de 18% nas concessionárias CPFL Paulista, CEMIG e CEMAT, o mercado livre se torna muito atrativo, podendo gerar grande economias as empreses deste segmento.

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Banda larga via rede elétrica ainda é promessa

Mesmo depois de receberem autorização da Anatel, operadoras se recusam a dizer quando conexão estará disponível no País.

A Anatel publicou nesta semana, no Diário Oficial, a resolução de nº 527, que regulamenta a conexão banda larga via rede elétrica no Brasil. Ainda assim, as empresas envolvidas com a questão evitaram afirmar quando o serviço de fato estará disponível aos consumidores.

A única a prometer o lançamento da banda larga via rede elétrica foi a AES Eletropaulo Telecom, mas sem especificar uma data. “O serviço estará disponível para ser comercializado ainda em 2009”, afirmou Teresa Vernaglia, diretora geral da AES Eletropaulo Telecom, em entrevista ao IDG Now!.

Leia mais no IDGNOW: http://idgnow.uol.com.br/internet/2009/04/14/apos-regulamentacao-banda-larga-via-rede-eletrica-ainda-e-promessa/

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Economize, otimize

Use sua energia com consciência, ajude o planeta, assim você contribui para o futuro de todos. Otimizando o consumo de energia você pode economizar e diminuir o impacto do uso em massa que ocorre em todos os setores. Para tanto, você precisa pode precisar de um Banco de capacitores.

Para obter-se a real funcionalidade e os benefícios práticos, é necessário um equipamento confiável, seguro, com materiais de qualidade, e em se tratando de correção do fator de potência, que possua boa ventilação dos componentes, além de se criar um plano de contingência e manter um suporte permanente, isto porque a falha do equipamento certamente causará custos diretos ao cliente.

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BANCO AUTOMÁTICO PARA A CORREÇÃO DO FATOR DE POTÊNCIA

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